Arquivo da categoria: Sem categoria

Círculo Penhense – Nova diretoria

img_0403

Presidente Lidia da Conceição Cardona Kloss

Cumprindo determinação estatutária, o CO Penhense realizou Assembleia Geral Ordinária, tendo como pauta a prestação de contas do ano de 2016 e a eleição da nova Diretoria Administrativa e Conselho Fiscal da entidade. A peça orçamentária teve aprovação unânime do Conselho Fiscal e dos associados presentes ao ato.

img_0398

Nova diretoria administrativa e conselho fiscal da entidade.

 

Quanto à eleição, uma só chapa concorreu e foi eleita por aclamação, ficando assim constituída: Diretoria Executiva – Presidente Lidia da Conceição Cardona Kloss, vice-presidente – Zilda de Assis Ameida, 1ª secretária – Silvia Cardona Kloss Selmikaitis, 2ª secretária – Sueli Maria Mouro, 1ª tesoureira – Maria das Graças Jacinto Gonçalves, 2ª tesoureira – Claudia Cecilia da Silva; Conselho Fiscal – Titulares – João Rosa, João Pereira da Silva e Joséfa Silva Gimenez, Suplentes – Janderson Bibiano Santana e Holien José de Sá Junior.

Em seu discurso, a presidente eleita disse que manterá os programas com maior demanda, a exemplo dos cursos de informática, e pretende firmar parcerias para desenvolver novos projetos. A Fetcesp esteve representada na AGO por seu tesoureiro Renato Salvatore Chiantelli.

CTC de Rio Claro – Falecimento do presidente Hummel

Diretores, associados do CTC de Rio Claro, assim como a comunidade estão consternados com o falecimento de Carlos Hummel, que exercia o cargo de presidente do CTCRC. Seu mandato se estenderia até 2017, não fosse sua morte em 2 de novembro. Hummel deixa a esposa Jocelita Dalva Corte, filhos e netos. Em seu lugar, assumiu a presidência do CTC de Rio Claro o vice-presidente Antonio Domingos Luchini.

thumbnail_carlos-jc

Carlos Hummel

img_0404

Antonio Domingos Luchini

Circulismo e terceira idade – Matéria especial

Circulismo e terceira idade

A Fetcesp vem estimulando seus filiados e todos os círculos do Brasil a dedicarem sua atenção e seus programas à população da terceira idade. As razões já foram explicitadas em números anteriores, mas podem ser resumidas em dois pontos: 1) Este estrato etário é o que mais cresce e continuará crescendo e o poder público não tem e nem terá condições de atendê-lo. 2) Os serviços que o circulismo oferecia originalmente aos seus associados ficaram superados.

Em vista desta posição, a Fetcesp tem buscado material técnico para alicerçar seu projeto. No mês de outubro, a revista Agitação editada pelo CIEE (Centro de Integração Escola Empresa) trouxe excelente reportagem com Dr. Nilton Molina (80 anos), presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon, que vem ao encontro do que estamos propondo.

nilton-molina-001

Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon

Devidamente autorizado, o boletim Forças Novas transcreve abaixo, ipsis litteris, a reportagem realizada por Cláudio Barreto:

Vida longa no mundo do trabalho

“Aos 80 anos, Nilton Molina esbanja vitalidade, acumulando as presidências do Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência e do Instituto de Longevidade Mongeral. Questioná-lo se está aposentado é uma ofensa. Segundo ele, o segredo da longevidade está relacionado ao trabalho. Expert em seguro de vida e previdência, Molina criou o Instituto de Longevidade com a missão de auxiliar na reinserção de pessoas acima de 60 anos no mercado de trabalho, impulsionando a economia do país e a integração social de uma faixa etária em franco crescimento.
O Instituto em convênio com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP elaborou o Projeto Reta (Regime Especial de Trabalho do Aposentado) que prevê incentivos para empresas que contratarem aposentados com relações trabalhistas mais flexíveis. O Projeto Reta será submetido ao Legislativo oportunamente”.
(Comentários sobre o Projeto Reta no final da reportagem)

Como surgiu a idéia de criar o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon?

É uma idéia fermentada há muito tempo. Desde os anos 1970, eu já mexia com seguro de vida, o que tem muito a ver com longevidade, pois quem vive muito representa um bom negócio para as seguradoras. Por isso, o bom segurador tem de se preocupar com a demografia para não fixar mal os seus preços. Sempre acompanhei o que acontecia no mundo, principalmente nos países europeus. Estava claro que há uma modificação demográfica em curso, tanto no envelhecimento como na diminuição da natalidade. Sempre interessado, procurei estudar o assunto, e nos Estados Unidos conheci uma associação de aposentados e resolvi criar, há uns dez anos, uma entidade nos mesmos moldes no Brasil. No início, ficou parada, mas nos últimos dois anos resolvemos atuar para valer.

Quais as principais ideias e objetivos do instituto?

O Instituto de Longevidade nasceu da tentativa de criar soluções para o impacto social e econômico do aumento da expectativa de vida dos brasileiros. O fato de viver mais é um prêmio que a sociedade deu a cada um de nós. Quando nasci, em 1936, estava escalado para morrer aos 44 anos. Se eu fosse uma pessoa estatisticamente educada, deveria morrer em 1980. No entanto, a realidade mudou radicalmente e a expectativa de vida subiu para perto dos 80 anos e vai aumentar muito ainda.

Quais as principais consequências dessa tendência?

Todas as seguridades sociais, desde o final do século 19, foram pensadas para pessoas que morriam, mais ou menos, aos 60 anos. Isso foi se alterando e a sociedade não se apercebeu e nem avaliou o impacto da mudança, que em breve poderá elevar aquele limite para 90 anos. Imagine uma pessoa que começa a produzir aos 20 anos, paga o seguro social (mais conhecido como previdência) durante 35 anos, se aposenta aos 55 e vai viver até os 90, usufruindo assim de 35 anos da aposentadoria. Se não houvesse juros e demais despesas, as contas seriam equilibradas. O problema é que a estrutura da seguridade social faz o beneficiário ganhar bem mais do que pagou, pois o cálculo foi feito com base na vida até os 60 anos. É por isso que há necessidade de se fazer uma ampla reforma da Previdência.

Com a grave crise da Previdência, como será a vida dos futuros aposentados?

Uma pessoa que se aposenta aos 60 anos, saudável, percebe que não vai morrer tão cedo, pois pode durar até os 90. O que vai fazer nesses 30 anos? Ficar numa cadeira de balanço, como nossos avós? Como vai financiar esses 30 anos? O Estado vai dar recursos suficientes para manter seu padrão de vida? Não. Então ele terá de trabalhar! No entanto, ela pode trabalhar com um nível menor de estresse, com uma carga horária menor, com um volume de comprometimento menor. É desses aspectos que o instituto propõe tratar.

Como o instituto vislumbra ajudar os aposentados?

Nós temos alguns projetos prontos. Um deles é o Reta (Regime Especial de Trabalho do Aposentado), um projeto de lei para quem tem 60 anos ou mais e já esteja aposentado. A empresa o admite, mas não cria vínculo empregatício, sem custos com INSS ou fundo de garantia, pois ele manterá os benefícios da aposentadoria.

Como isso funcionaria na prática?

O aposentado não trabalharia mais de cinco horas por dia e a empresa não pode admitir mais de 5% dos funcionários nesse regime, caso contrário seria uma concorrência desleal com os jovens. A ideia, em princípio, é uma relação muito mais democrática. Quando ele não quiser mais trabalhar, pega as coisinhas dele e vai embora. Como a contratação de trabalhadores no Brasil é muito cara, precisamos de uma legislação especial para que os custos com os idosos caiam. Esse projeto foi elaborado pela Fipe-USP e mostra os impactos desse regime na economia e o impacto social.

O objetivo é apresentar o projeto no Congresso?

Sim. Como ficou pronto no meio da discussão do impeachment da presidente Dilma Rousseff, não seria viável entrar agora no Congresso. Assim que as coisas voltarem ao normal em Brasília,

pretendemos apresentar o projeto. Foi por isso que organizamos, com o CIEE, o seminário A convivência entre gerações no ambiente corporativo, para que pudéssemos expor algumas dessas ideias e sua importância no contexto de hoje.

As empresas mostram-se preocupadas com o envelhecimento da população?

Há 20 anos, as empresas não empregavam ninguém com mais de 40 anos. Hoje isso já diminuiu bastante.

Mas ainda há restrições.

Sim, acontece. Há uma substituição do mais velho pelo mais novo e isso está ligado ao conhecimento e, principalmente, à tecnologia. Velho, na realidade, é um conceito aritmético. Eu tenho 80 anos, sou velho! Sou velho para jogar futebol, mas tenho 20 anos para torcer pelo Corinthians. Então, qual a minha idade real – 80, 120, ou 20? Se a partir dos 40 anos, o indivíduo não estudou mais, não leu mais e ganha 10 mil reais, será substituído, sim, por um jovem de 23 ou 24 anos, cheio de garra e ganhando 5 mil reais. Quem provoca a substituição do profissional de 40 anos é ele mesmo: não estudou mais, está barrigudo, não consegue mais se esforçar fisicamente, fuma demasiadamente.

Não seria uma forma para enxugar os custos das empresas?

O empresário não vai substituir um funcionário só para economizar. O que ele quer, mesmo, é trocar um cara bom por um melhor. Fora de períodos de crise, quem se desemprega é a própria pessoa, que se desanima, que está cansada… Esse é um dos objetivos do instituto, cutucar a sociedade para essas questões intergeracionais.

Nos anos 1950, houve um incentivo do governo para que a população tivesse mais filhos. Poderemos viver isso novamente no Brasil?

Temos o exemplo da China. Quando a China chegou a um bilhão de habitantes, começou a aparecer a fome. O país, então, limitou a natalidade a um filho por casal. No ano retrasado, começaram a estimular que os casais tivessem um segundo filho. Acho que vai acontecer isso no Brasil, mas ainda vai demorar um pouco. Pelos dados que temos, a população ainda vai crescer nos próximos 15 anos. Depois, ela se estabiliza e começa a decrescer. Quando isso acontecer, é possível que volte a se estimular o nascimento.

A ciência prevê que a expectativa de vida ainda irá muito longe, não?

Tem cientista que diz que as pessoas que vão viver 150 anos já nasceram. Outros dizem que a média de idade chegará a 120 anos nas próximas décadas. Um ano depois que o general Douglas MacArthur assumiu o Comando Aliado no Japão, em 1945, foi feito um recenseamento que mostrou a presença de uma pessoa centenária. Hoje há registros de 37 mil japoneses com mais de cem anos. Sete mil homens e 30 mil mulheres.

Qual será o trabalho do instituto na prática?

O instituto pretende ser uma ferramenta para chamar atenção das pessoas para o fenômeno do envelhecimento no mundo. Queremos perguntar para as empresas como elas estão tratando o envelhecimento dos seus recursos humanos. Temos várias cabeças brilhantes que hoje estão na faixa dos 70 anos. Eu, por exemplo, pretendo morrer pensando e produzindo.

Os jovens terão de disputar mercado com os mais velhos?

Houve uma mudança significativa do caráter simbólico do envelhecimento. Os recentes avanços da medicina melhoraram a qualidade e a expectativa de vida e, consequentemente, provocaram um prolongamento da vida produtiva. Hoje a imagem de uma pessoa com 60 anos não condiz mais com a imagem do passado. O jovem vê o idoso como ultrapassado, frágil, doente e improdutivo. Já o idoso se vê experiente, ativo, em forma e capaz.

Se alguém me perguntar se eu estou aposentado, eu me ofendo. O jovem de 25 anos entende que pode beber dessa experiência, porque não me vê como concorrente, diferentemente de um indivíduo de 50 ou 60. Esses me veem como concorrente.

Esse conflito entre as gerações já está presente no dia a dia das empresas?

Já existe, claro. Mas são gerações que podem se complementar, atuando juntas. Porém, há um pressuposto: a empresa crescer. Se ela não cresce, os postos de trabalho permanecem estáveis

e ocupados. E se o idoso não for embora, o jovem não sobe. Em alguns países da Europa, as empresas sofrem esse problema, com muitos jovens tendo de sair de seu país para conseguir desenvolver uma carreira.

O senhor tem uma trajetória profissional que serve de exemplo a muitos jovens que estão começando agora. Poderia resumir um pouco dessa história empreendedora?

As pessoas imaginam: “o cara é um executivo, presidente da empresa, nunca passou por dificuldades e tudo isso caiu no colo dele”. Mas minha história não é bem assim. Meu pai era da classe C, um operário especializado. Com 13 anos, fui para o mercado de trabalho. Sou da geração que recebia o dinheiro no envelope e entregava fechado para a mãe. Tive de trabalhar para colaborar na renda da família e estudei à noite desde o primeiro ginasial. Mas nunca me faltou nada.

Como foi seu primeiro emprego?

Arrumaram-me emprego de servente do antigo Instituto de Aposentadoria de Pensões dos Comerciários (IAPC); parecia uma premonição. Entrava muito cedo, às 6h30 e saía às 14h. Esse foi meu primeiro e último emprego como contratado. Depois, fiz um pouco de tudo e percebi que tinha vocação para vender. Tornei-me um profissional de publicidade e marketing.

O senhor tem formação em Administração de Empresas, mas se eu lhe perguntar qual a sua profissão, o que me responde?

Sou um vendedor. Não simplesmente aquele que pega a pasta para ir vender. Hoje, é um profissional mais completo, da área de marketing, que pensa no cliente, no consumidor, na oportunidade.

Como o senhor vê a atual crise econômica? Dá para apostar as fichas no Brasil?

Quando me dizem: “estou desanimado com o Brasil, vou para outro lugar”, eu acho uma grande babaquice. O Brasil é o país da oportunidade. Crise é de momento. Logo vai passar, como passaram tantas e tantas outras.

Comentários sobre a Reta

Em oportunidade recente, o presidente da Fetcesp apresentou pessoalmente ao senador José Serra (PSDB) um esboço de projeto que guarda muita semelhança com o Reta, acrescido de um item que consideramos fundamental. O aposentado (mais de 60) poderia emprestar sua experiência e seu trabalho em entidades do terceiro setor com pequena ajuda de custo do governo. De qualquer forma, a Fetcesp está engajada no grupo que trabalha no projeto de lei que vai tentar instituir o Reta. Filiados que queiram contribuir com sugestões podem enviá-las a secretaria@fetcesp.org.br.

 

 

Reflexão – Artigo de João Rosa

joao-rosa-original0010

João Rosa, Vice-Presidente da Fetcesp

Não podemos nos manter indiferentes quanto à perda da legitimidade do legislativo e do judiciário brasileiros.
No momento de votar devemos estar imbuídos do mais alto espírito cívico!
Diante da URNA não podemos ter atitude pequena, mas assumir a responsabilidade de cidadão cônscio da prática de um ato em favor do destino da nação.
Aí está a votação recebida pelo senhor Francisco Everaldo Oliveira e Silva, o Tiririca, segundo deputado mais votado da história. Ninguém quer negar-lhe o direito como cidadão brasileiro.
O erro está na irresponsabilidade daqueles que lhe deram o seu voto, cuja causa está, também, no sistema político brasileiro, o presidencialismo de coalizão.
Essa expressão foi criada em 1988, pelo cientista político Sérgio Abranches, designando o relacionamento entre legislativo e executivo brasileiro cujo sistema eleitoral proporcional ao número de partidos criados está a exigir da previdência grande capacidade de articulação para bem governar. Porém, o que se nota na verdade é uma troca de favores da parte do governo para obtenção do apoio parlamentar.
Todavia, observa-se que coalizão acontece em muitos outros países parlamentaristas e presidencialistas. Portanto, ocorre em todo lugar do mundo.
Porém, mudanças, mesmo pequenas, devem ser feitas no aperfeiçoamento do sistema político brasileiro não no calor da luta, intempestivamente, mas na calma, no diálogo franco, aberto, tanto na parte dos políticos, da sociedade e da imprensa.
Os fatos estão a exigir da classe política: comportamentos éticos; instituições melhores; uma sociedade de cidadãos melhores, conscientes, participativospara superar essa contingência política, econômica, institucional e de representatividade. A reforma política decantada a muitos anos porém nunca concretizada.
O Poder Judiciário tem, nesta conjuntura, um papel proeminente diante de um Executivo com problemas de toda ordem e um Legislativo desacreditado. O Judiciário aparece como o grande poder do século XXI, apesar de dúvidas e incertezas que esse desequilíbrio possa trazer para a democracia brasileira.
Unidos em favor do bem comum, construindo uma NAÇÃO e formando um povo na austeridade, na transparência, na honestidade para que cada um conquiste os seus direitos no cumprimento dos seus deveres.
A Ordem Social, a conquistaremos com a tolerância para com os diferentes sem submissão, mas com a verdade. “Sejamos escravos da verdade e seremos realmente livres”.
O movimento circulista está inserido neste contexto pelos seus objetivos e finalidades.
Que cada dirigente tenha a sua participação política, tenha posições diferentes, as quais respeitamos e devem ser ouvidas com serenidade. Temos afirmado que o exercício de uma vida circulista passa pelo respeito, pela escuta e pelo acolhimento do diferente.
Observa-se que em nosso meio existem opiniões formadas e cada um acredita no que faz e julga ser a verdade.. Porém, as verdades são muitas!
Se soubermos ouvir respeitosamente as opiniões dos outros e ter participação ativa, sairemos mais enriquecidos para o diálogo, canalizados para o bem comum.
A prática da reciprocidade deve ser a nossa preocupação, o nosso exemplo!
A nossa indisposição de amar-nos como irmãos não nos permite realizar plenamente o nosso desiderato. É na UNIDADE que encontraremos forças para a realização dos nossos objetivos. Cristo nos diz: “Que todos sejam um para que o mundo creia”.
A bondade, a ação, a solidariedade são virtudes que o cego vê e o surdo escuta!
O companheirismo no circulismo deve ser um sentimento Divino.

Círculo de Vila Prudente

montagem-zadra-no-crematorio0013

Responsáveis pelo Serviço Funerário estiverem em Vila Prudente

Por iniciativa da direção do Círculo de Trabalhadores Cristãos de Vila Prudente, a Prefeitura de São Paulo estuda projeto de unificação das áreas ociosas do Crematório Jayme Augusto Lopes com as do Parque Lydia Natalizio Diogo anexo. A proposta estudada pelo CTCVP teve o acompanhamento da vereadora Juliana Cardoso e do ex-deputado Adriano Diogo, um dos responsáveis pela implantação do Parque quando ocupou a Secretaria do Verde e Meio Ambiente.

Em época eleitoral, principalmente as de caráter municipal e estadual, o CTC de Vila Prudente recebe candidatos ao Legislativo e Executivo. Para o pleito de outubro próximo,já passaram pelo CTCVP os candidatos a prefeito João Doria Jr. (PSDB), Marta Suplicy (PMDB), Fernando Haddad (PT) e Ricardo Young (Rede). Nestas ocasiões, o candidato expõe seu programa de governo e anota as reivindicações da região feitas pela direção da entidade e pessoas da comunidade. Esta atividade político-comunitária do CTCVP já trouxe ao bairro muitas melhorias.

img_37120007

Visita do Prefeito Fernando Haddad ao Círculo de Vila Prudente

img_14050006

João Dória Júnior conversa com o presidente Newton Zadra

img_43140008

Ricardo Young também visitou o Círculo de Vila Prudente